
Estive pensando na teoria da geração espontânea,da biogênese e da abiogênese,teoria animalista e a biológica,o que tem vida?Os parâmetros escolhidos para classificar os vivos,e dos inóspitos ...
Classificamos madeira como não vivo ,mas se falarmos que a madeira é um derivado da árvore,que tem reprodução própria,respiração,fabrica seu próprio alimento..não seria algo vivo?
Assim é nossa vida, possuímos instintos,reflexos,somos seres pensantes. Nosso cérebro age em frações de segundos.,mesmo assim,tantas vezes agimos como seres irracionais
Mas nos contem aqui... Por que esse instinto de sobrevivência ou esse automatismo lógico não funciona com nosso coração? Por que nosso coração não sabe o que é bom ou ruim pra gente? Por que ele não fala com todas as letras “sai fora antes que você quebre a cara”? Por que ele não fala se é ele o primeiro a se dar mal?
Ao contrário do cérebro, nosso coração não evoluiu ao ponto de saber definir o que é e o que não é bom para nossa vida. Volta e meia estamos envolvidos em relações sem nexo, sem paixão, sem razão nenhuma de ser. Envolvidos num duelo entre o pensar e o sentir, entre o saber e o descobrir. Envolvidos com pessoas que “semi-portavam” um outdoor dizendo: Eu não sou para você! Nós não temos futuro! E nós cegos, ou melhor, insistentemente cegos, momentaneamente cegos e
propositalmentecegos, vamos lá conferir e ver no que dá... Vamos lá pagar o preço, perder nosso tempo, nossos beijos e quebrar a cara mesmo sabendo que no fim, mais uma vez, não vai dar em nada.
Ainda não descobrir que prazer é esse de se jogar em uma relação sem termos segurança alguma que isso vai dá certo,por que pessoas tão diferentes,com hábitos diferentes ,sonhos diferentes,pensamentos diferentes,se envolve?
Chamem de química. Paixão. Atração. Desejo. Seja lá o que for esse sentimento que nos toma como uma loucura, algo nos leva a insistir em relações com pessoas que não têm nada a ver com a gente. E que nunca dariam certo e que nunca dão, efetivamente. De onde o coração tirou que ele pode ser independente e seguir na direção contrária da razão (aquela, que nos avisa o tempo inteiro: sai daí)?
Acreditamos que os opostos se atraem, é uma questão mais física é a lei do magnetismo, mas continuamos a insistir em desafiar as leis físicas.Insistimos e aprendemos. Talvez por isso existam tantas pessoas erradas... Aprendizado. Preparação. Porque quem não vive o errado, não valoriza o certo. Seria perfeito amar sem sofrer, ter sucesso e dinheiro sem trabalhar, seria – e seria fácil, sem graça, sem valor também. Essa mesma razão que nos leva pensar: Por que eu insisti? Por que eu caí nessa outra vez? Nos leva a concluir que a vida é assim... Que razão e emoção não costumam falar a mesma língua e que o amor é isso mesmo, meio loteria, meio destino, meio loucura. Não queira entender... Apenas sinta.
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